“A mobilidade e a imobilidade se constituem por uma relação dialética fundadora”. Entrevista com Sol

O projeto (In)movilidad en las Américas surgiu nos primeiros meses da pandemia, após pesquisadores de diversos países perceberem o dilema que se instaurava entre a precaução da circulação do vírus e o uso político e social que o fechamento das fronteiras poderia ocasionar às populações migrantes do continente.

Desde que surgiu, o projeto tem avançado em discussões e formações, como a recente parceria firmada com o Museu da Imigração, de São Paulo, e conversas realizadas por seus membros, como se deu com a presença de Soledad Álvarez Velasco, coordenadora geral do projeto, no Núcleo Interdisciplinar de Estudos Migratórios (NIEM). Recentemente, ela concedeu uma entrevista ao oestrangeiro.org. Velasco não poupa críticas ao sistema de controle migratório dos Estados Unidos, onde vive atualmente, e nos convida a pensar uma dinâmica continental movida por “corredores migratórios”, especialmente nas fronteiras que ligam a América Central a América do Norte.

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